Jean Piter Inzaghi é um personagem de uma história complicada...
Em síntese, até onde se sabe, seu bisavô, Gian Franco Inzaghi, italiano da Sicília, fugiu para Argentina para deixar uma vida tortuosa para traz. Casou-se com Maria Helena González Perón. Dentre os filhos, Giancarlo Inzaghi, o caçula, viverá um romance com Maria Miranda, em terras baianas no Brasil. O resultado: Hernandez Miranda, que se casou com Cleuza Miranda. Brasileiros que, anos depois, ironicamente em solo portenho, gerariam Jean Piter Inzaghi.
Após sete anos em Buenos Aires, por motivos não esclarecidos, Jean Piter viria para o Brasil, onde vive até os dias atuais, socialmente reconhecido como Piter Miranda.
Trabalha, estuda jornalismo, sonha e às vezes “viaja” demais. É apaixonado por artes, especialmente música e cinema. Escreve, ou pelo menos tenta. Possui seis personalidades bem definidas, nenhuma delas psicótica. Se descreve como:
“Sou um pecador em redenção,
mas que não tem a menor pretensão de ser um santo
carente de Deus... Dependente de Deus...
Sou diferente de todos
nem melhor nem pior...
Sou amigo, abrigo, sou paixão
Sou força, saudade, sou lágrima.
Sou um Corleone, um Forrest Gump.
Sou Maquiavel, sou Peter Pam...
Sou talentoso! Sou singular!
Sou a soma do que vivi com o deixei de viver.
Estou na vida a passeio,
mas minha passagem não será despercebida.”
Um tanto orgulhoso, um tanto ambicioso... mas apenas um humano, como qualquer outro.