PALESTINOS E ISRAELENSES

Os palestinos estão sendo massacrados pelo exército israelense. O “país” deles está destruído e já passa de mil o número de mortos. Há centenas de feridos e o governo de Israel vem dificultando que a ajuda humanitária leve alimentos e remédios aos sobreviventes.

 

A guerra entre esses dois povos é tão velha quanto o próprio mundo. Quem tem razão? Ninguém. Não há nada que justifique essas matanças, ainda mais nos dias de hoje com o modelo de democracia em vigor na maioria das nações. Não existe conflito que não possa ser resolvido com diplomacia.

 

Em 2006, o Líbano foi destruído pelas forças armadas de Israel, de forma covarde. Os grupos islâmicos Hamas e Hezbollah vivem de ideologia e devoção. Estes não possuem armamentos que possam causar algum dano significativo ao país hebreu. Se tivessem, certamente já o teriam feito. Por outro lado, Israel – aliado dos EUA – é a maior potência bélica do planeta.

 

Os grandes produtores de Hollywood são judeus. Não por menos, há uma infinidade de filmes que abordam o holocausto. Todos eles, mais alguns livros de história, reforçam a idéia de que cerca de seis milhões de pessoas foram mortas pelo regime nazista. A maioria era de judeus. E assim como muitos, questiono esse número. Acho exagerado.

 

Vamos considerar que fossem os tais milhões. Há povos que foram extintos na América, como incas, maias e astecas. Ninguém chora as penas. Negros morrem aos montes todos os dias, por fome, guerras civis e doenças em países da África. Nem nos noticiários são mostrados. E os judeus? Esses, por terem sofrido perseguições no passado, hoje se comportam como se tivessem direito de descontar no mundo.


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NOVA BANDEIRA DE ISRAEL

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7 comentários sobre “PALESTINOS E ISRAELENSES

  1. Eu gostaria muito de entender o porque, a razão das pessoas quererem fazer guerra por tudo (ou por nada, pois realmente não há motivo para tanto) em busca de poder. Uma coisa tão moralmente insignificante. Querer ser melhor do que todos, querer que o seu país seja o mais evoluido em tudo.
    Quantos inocentes, quantas crianças morrem por dia por causa desses sanguinários insanos que deveriam utilizar um pouco de seu cérebro para resolver as coisas de forma racional! Uma conversa bastaria.
    Mas de que adianta? Eles estão do outro lado do mundo e o maquiavelismo e a vontade de ser Hitler é o que move aquela gente que massacra tanto.

    Eu ainda não entendo (e penso que é uma sorte) o Brasil ainda não ter chegado a esse ponto.

    Você vai ser mesmo um ótimo jornalista. Um beijo.

    P.S.: Eu ando um pouco sumida, pois estou de férias e to trabalhando (é mole?) e minha imaginação tah muito fraca pra escrever. Um bjo.

  2. esse povo não tem mais jeito. eu sou radical: deveriam jogar uma bomba atomica lá e acabar com tudo! só assim pra acabar. sinceramente não vejo saida. É igual quando temos um papel, lapis e borracha. Se erramos, apagamos, e desenhamos de novo. Se erramos mais uma vez, apagamos novamente… só que chega uma hora que o papel fica marcado, cheio de ‘lembranças’. Aí não tem jeito, joga o papel fora e começa tudo do zero.

  3. oi jean, pois é… a única coisa que posso fazer é saber meio por cima o que se passa. essa globalização é mesmo engraçada: ficamos sabendo das coisas tudo meio por cima, ouvimos a versão da imprensa televisiva, os dados não são palpáveis – jamei compreenderemos o que é a realidade dessa guerra – as culturas são desconhecidas/exóticas… às vezes tudo isso parece mesmo ser ficção. agora… enquanto isso aqui no brasil… um colega (uns 55 anos) de trabalho do meu marido foi espancado quase até a morte, jogado no lixão, no entorno de brasília. catadores o encontraram e chamaram o samu. ele foi hospitalizado, demorou a se recuperar… algumas semanas depois, desapareceu… e está desaparecido… provavelmente morto. esse é o terrorismo que mais me preocupa. a coisa em nosso país tá muito feia, nós é que somos um povo ‘de boa’ demais… bjão!

  4. Como sempre você e suas colocações… muito bom…

    Piter, queria levantar uma questão. Será que esta guerra não é mais das estratégias de Israel para não sair da atenção do novo presidente?

    Pólio

  5. Ah sim Pólio, claro. Israel vive da indústria bélica, e vez por outra precisa fazer uma guerra para “queimar o estoque”. E agora, em plena crise, em que se prevê falta de alimentos, quem em bom estado de consciência vai pensar em armas?

  6. A guerra é uma injustiça…. e quem perde é a humanidade…. independente de quem sejam os lados…. as vítimas somos nós…. não esqueça





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